Se a gente treina operadores de atendimento humanos tão facilmente, e tão rapidamente mostrando para eles como eles devem conversar, por que então produzir um bot tem que ser um trabalho tão especializado e técnico assim ? Já pensou ?

Você precisa de um bot para lançar uma campanha de vendas de um novo produto. Vai esperar 4 meses para alguém construir este bot ? Vai ter que chamar o fornecedor ? Vai ter que codificar ? Usar frameworks, bibliotecas ? Ou, em 4 horas precisa que o pessoal de marketing ensine ao bot como vender aquele produto e começe a vender antes da concorrência ?


Aprendizado de máquina requer tempo. E nem sempre é a melhor solução. Seu atendente humano aprenderia a vender sozinho ? Tentando 100 ou 200 vezes até acertar ? Ou alguém com experiência iria repassar o caminho das pedras para ele ? Mostrar o que ele deve ou não perguntar, o que ele deve ou não argumentar para as objeções, o que ele deve ou não sugerir para o cliente ?

Reconhecimento de padrões, análise preditiva, machine learning, deep learning e tantos outros “martelos” nem sempre são a abordagem certa para o “parafuso” que você precisa colocar. Ou pelo menos não, no tempo certo, e sem “rachar” o mármore.

Não se impressione com o melhor martelo do mundo. Nem com o maior fabricante de martelos. Nem com o fato de todo mundo dizer que martelos são o que você precisa. Olhe onde e o que você irá pregar.

É madeira ? Tem um prego ? Martelo nele. Caso contrário... pense bem. Pode rachar.

Você quer automatizar processos de atendimento de verdade ? Ou só gerar recomendações e respostas para seus clientes ? Procure a ferramenta certa.

Chamo a isto de inteligência. E não é artificial. É natural mesmo !